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Cadernos Coloniais.

Edições Cosmos :
Lisboa : [sd. 1934?-1941?],

70 fasc. em 7 vols. : il. : (18 cm) : enc. Muito bom exemplar. Encadernação de editor? em percalina encarnada com ferros a ouro e a seco nas pastas, que conserva as preciosas capas de brochura. Colecção completa. Fascículos ilustrados de carácter monográfico, esgotando o assunto em cada um dos números, o conjunto é um importante e histórico documento. Os Cadernos Coloniais surgem “num contexto de exaltação da gesta colonial. Data de 1934 a Primeira Exposição Colonial Portuguesa e o surgimento da já citada colecção “Cadernos Coloniais”, que se prolonga, pelo menos até 1941, poderá estar ligada, no seu inicio a esse movimento de exaltação do colonialismo que sucede à publicação do Acto Colonial em 1930.” in Leite, (2009) Mercadores de Letras. “… os Cadernos Coloniais foram escritos pelos mais distintos colonialistas e pelos nossos mais brilhantes homens de letras” Editorial Cosmos. Entre estes distintos colonialistas, que escreveram sobre batalhas, viagens, “usos e costumes”… das (e nas) colonias do Império, temos Maria Archer, Augusto Casimiro, Julião Quintinha, Castro Soromenho, Brito Camacho e Eduardo de Noronha.

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Livraria Artes e Letras:

Mais de três décadas de paixão pelos livros.

Com um percurso que ultrapassa a marca dos 30 anos, a Artes e Letras é hoje muito mais do que um espaço de comércio de livros; é um reduto de preservação da memória. Fundada originalmente no Chiado, em Lisboa, a livraria construiu a sua reputação ao longo de décadas como um lugar de eleição para intelectuais, colecionadores e outros amantes dos livros.

Uma nova vida na Vila Literária

Recentemente, a Artes e Letras trocou a capital pelo desafio de Óbidos para integrar o projeto da Vila Literária da UNESCO. A mudança não foi apenas geográfica, foi um alargar dos seus próprios horizontes. Actualmente, a livraria encontra-se instalada numa adega centenária logo à entrada da vila, num espaço que respira história e onde as estantes de madeira convivem harmoniosamente com as paredes caiadas de branco e carregadas de estórias.

O que encontrar hoje.

A nossa actual situação em Óbidos oferece aos visitantes um acolhimento envolvente. Para além do vasto acervo de livros de colecção, consulta e instrucção, a livraria expandiu o seu acolhimento:

Letras & Vinhos: Temos agora um pequeno bar de vinhos regionais e uma esplanada – num jardim escondido – onde pode “decelitrar” um tinto do Bom(barral), uma ginjinha de Óbidos e umas quantas outras especialidades do Oeste.

Aqui mesmo ao lado da livraria, o projeto estende-se ao nosso Artes & Letras Atelier, focado na ilustração (pelo lápis de Inês Caria) e na tipografia à antiga, de composição manual, mantendo vivas as artes tradicionais do livro e com uma interessante colecção de material tipográfico.

Situados na Rua da Porta da Vila – dentro do Espaço Ó – a Livraria e o Atelier são hoje um dos pilares da rede literária de Óbidos Vila Literária, atestando que, mesmo após mais de 30 anos, as boas histórias como os bons livros são intemporais.